quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Inclusão

"Não pretendo elencar tipos de necessidades específicas, nem entrar no mérito de discutir o que é evidente; a inclusão já faz parte da sociedade no que diz respeito à dimensão política, tendo em vista as leis e outros documentos que vem regulamentando essa realidade, como é o caso da Lei de Diretrizes e Bases (1996) e da Declaração de Salamanca (1994).

Aqui, o propósito é refletir a respeito de como esse fato está sendo levado a se processar no comportamento das pessoas. Para tanto, o conceito de inclusão nos serve como bússola, procurando articular a correlação entre a compreensão desse conceito e sua configuração na prática.

Mas o que é incluir? É não colocar a diferença em questão. Não é ignorar que temos diferenças, porque todos nós temos. É perceber a diversidade como uma característica natural de cada um, em vez de fazer disso um parâmetro para definir o que é normal e anormal. Pressupõe estarmos em pé de igualdade uns com os outros. E da consciência dessa equidade derivam dois aspectos: desfazer alguns costumes e preparar o espaço físico adequando-o de maneira que todas as pessoas tenham acesso ao que a sociedade oferece e que nos é de direito: saúde, educação, transporte, trabalho, etc.

A educação inclusiva, por tanto, diz respeito à mudança de atitudes, e, neste sentido, me refiro a formas de pensar que não interagem com o presente, enraizadas em contextos históricos e ideológicos de outras épocas, e que se reflete na sociedade como um todo. Não é mais aceitável, hoje, por exemplo, confundir deficiência com impossibilidade. Isso é questionável. Ainda mais quando pensamos na tecnologia disponível.

Uma pessoa cega é capaz de atravessar, sozinha, um cruzamento? Sim. Vai depender da estrutura arquitetônica e não especificamente da deficiência: sinalizações táteis disponíveis no chão indicando sentidos e acessos, semáforos com dispositivos de áudio que indiquem a abertura e o fechamento destes, bem como o tempo para a travessia do pedestre, etc.

Assim também, a distância entre a cegueira e a possibilidade de aprendizado de um aluno cego, está na preparação do ambiente físico para recebê-lo, na qualificação do profissional, na metodologia e material didático utilizado para que o conhecimento chegue até ele.

Imagine um prédio de seis andares construído sem elevador. Quem vai preferir morar no sexto? Mesmo para uma pessoa que não tem deficiência, isso se torna inviável, até para um atleta, pois não envolve apenas subir e descer. Não faz sentido construir, atualmente, um edifício nestas condições, como não faz sentido a falta de acesso e oportunidade para todas as pessoas, isto é diretamente proporcional e independe de percentual. Tanto faz se as pessoas com deficiência representam 1% ou 10% da população. A estrutura precisa se adequar às especificidades das pessoas e não o contrário.

Esperar que o indivíduo se adéqüe as condições é um juízo que não procura incluir, além de ignorar o salto que a humanidade deu ao longo dos anos. Hoje, diante de uma sociedade globalizada, que passa constantemente por mudanças tecnológicas, científicas e ambientais, inserida num contexto dinâmico, a escola é também vista numa perspectiva política e social como sendo propulsora da cidadania e do desenvolvimento.

Neste sentido, o papel do educador é não apenas trazer para dentro da comunidade escolar o debate a este respeito, mas principalmente extrapolar os muros da escola levando esta formação a formar a ação, oferecendo, com isto, sustentação ao desenvolvimento de uma cultura de inclusão que considere a pessoa humana com deficiência em todas as suas potencialidades."

Texto adaptado da Monografia de Raquel Vasconcelos. Pedagoga e Professora da Eccoprime.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Ética Cristã

Numa sociedade que exige todo nosso tempo para suprir as necessidades econômicas e sociais da família, nos falta tempo para avançarmos nas conquistas de valores para educação de nossos filhos. Na maioria das vezes delegamos esta tarefa para escola, que tem que cumprir todo seu programa acadêmico instruindo os alunos para alcançar o conhecimento e o saber.

Contudo, muitas vezes passa despercebido o valor de introduzir para o aluno, para os nossos filhos, a importância de Deus em suas vidas. O projeto “Vida Cristã” da ECCOPRIME através da disciplina de Ética Cristã vem resgatar estes valores imensuráveis para vida dos alunos.

Deus é tão importante nas nossas vidas como a água e o alimento que consumimos. É fonte inesgotável para o aprendizado do amor, compaixão, solidariedade, comunhão, mansidão, domínio próprio, entre outros valores. A criança que, na sua trajetória de vida, vivencia os ensinamentos dos valores cristãos, certamente se transformará em um adulto consciente do seu papel enquanto cidadão, filho e chefe de família. Onde suas atitudes estarão alicerçadas em valores éticos baseados nos exemplos Daquele que é o mestre dos mestres, Jesus.

Daí a importância de se introduzir os ensinamentos cristãos as crianças desde os primeiros anos de vida, pois o conhecimento da verdade irá nortear a formação do seu caráter e criar uma consciência justa, honesta, de amor ao próximo, valores esses que fazem parte da personalidade de Jesus. Que a propósito é nosso personagem principal.

Mesmo a disciplina Ética Cristã não sendo eletiva na grade curricular, tem como objetivo principal a formação do conhecimento fundamentado nas escrituras sagradas, pois trabalha a formação dos valores éticos cristãos numa visão tridimensional do futuro profissional, a saber: o conhecimento cognitivo, o conhecimento técnico e o compromisso ético cristão diante das decisões que serão tomadas na trajetória de vida.

Ética Cristã não menos importante do que outras disciplinas é parte na construção dos valores na vida dos alunos da ECCOPRIME, através de aulas dinâmicas onde a teoria é vivida na prática em situações do cotidiano.

André Arenas

Professor de Ética Cristã da Eccoprime Bilingual School

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Um pouco sobre a nossa estrutura Prime





Salas de aula

Nossas salas de aula são climatizadas, têm piso emborrachado e móveis ergonômicos. Cada aluno, desde o berçário ao fundamental, tem um locker. As salas do fundamental têm lousa interativa, e os alunos fazem uso de laptops individuais, permitindo aos educadores adotarem atitudes não diretivas, aumentando a capacidade criativa dos alunos, tendo em vista que estes passam a caminhar de acordo com sua capacidade de assimilação, escolhendo situações de aprendizagem não delimitadas pelo educador.

Mini auditório

Com acústica feita de material reciclado e mobiliário com padrão internacional, o espaço foi projetado para que os nossos alunos sintam-se confortáveis para aprender. As poltronas convidativas e o grande telão permitem aos educadores projetarem vídeos e utilizarem o palco como recursos para a explanação de suas disciplinas.

Sala do soninho

Espaço construído especialmente para os nossos alunos de 06 meses a 03 anos. O teto projetando o céu, o ambiente climatizado e a decoração em branco e azul transmitem harmonia e acalmam os bebês. As camas são em formato de carrinhos, o banheiro é ergonomicamente elaborado e o piso é emborrachado e com proteção contra fungos e bactérias. Brinquedos educativos e que estimulam o desenvolvimento são utilizados na sala que conta ainda com uma técnica de enfermagem em horário integral.

Biblioteca

Com casinha na árvore e escorregador com piscina de bolinhas a biblioteca da Eccoprime conquistou os nossos alunos. Seus livros são divididos em Inglês e Português e classificados de acordo com a faixa etária. Momentos de leitura, contações de histórias e oficinas de poesia são freqüentemente desenvolvidos no espaço eu não pára de ganhar novos livros.